Nutritional Therapy and a Stepwise Approach in Cri
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Nutritional Therapy and a Stepwise Approach in Critical Illn

A nutrição em terapia intensiva deve ser adaptada às três fases metabólicas distintas: catabólica aguda, estabilização e recuperação, cada uma com necessidades nutricionais específicas. A abordagem ideal é iniciar com baixos aportes e individualizar conforme a capacidade metabólica do paciente, evitando hipernutrição precoce e subnutrição prolongada. A monitorização de biomarcadores é crucial para

Nefro & Nutrição 📄 Resumo de estudo 🏥 UTI / Emergência
§ 01

Visão geral

Título: Nutritional Therapy and a Stepwise Approach in Critical Illness: Aligning Provision with Metabolic Phases

Autores: Christian Stoppe, Zheng-Yii Lee, Yaseen M. Arabi

Periódico: Current Opinion in Clinical Nutrition & Metabolic Care | Ano: 2026 | DOI: 10.1097/MCO.0000000000001186

Tipo: Revisão Narrativa com Proposta de Framework Clínico

§ 02

🎯 Mensagem Principal

A nutrição em terapia intensiva não deve ser uniforme ("one-size-fits-all"). O doente crítico transita por três fases metabólicas distintas — catabólica aguda, estabilização e recuperação — cada uma com necessidades nutricionais próprias. A estratégia ideal é "iniciar baixo, avançar com critério e individualizar sempre", ajustando o aporte conforme a capacidade metabólica atual do paciente, não por protocolos fixos de calorias/proteína.
§ 03

📊 Visão Geral

AspectoDetalhe
ObjetivoPropor framework de nutrição por fases metabólicas, alinhando oferta à capacidade do paciente
EmbasamentoRCTs + estudos observacionais + raciocínio fisiológico
Conceito Central3 fases metabólicas com alvos distintos de energia e proteína
ConclusãoHipernutrição precoce causa dano; subnutrição prolongada também. A chave é a individualização dinâmica
ImpactoConvoca ensaios multicêntricos de nutrição de precisão com biomarcadores e fenótipos metabólicos
§ 04

🔬 Base Científica: Por Que a Estratégia Única Falha

RCTs consistentemente não demonstraram benefício — e mostraram potencial dano — com nutrição em dose plena precocemente, especialmente em pacientes com falência orgânica grave. Uma metanálise recente não encontrou benefício de sobrevida com maior oferta energética, mesmo em pacientes com ou em risco de desnutrição.

A razão para os resultados neutros nos grandes RCTs: a maioria dos ensaios aplicou protocolos nutricionais uniformes a populações heterogêneas, provavelmente gerando respostas divergentes — alguns pacientes podem ter se beneficiado, outros não, e alguns podem ter sido prejudicados.

§ 05

🧬 As Três Fases Metabólicas

⚡ Fase 1 — Catabólica Aguda

⏱️ Duração estimada: Dias 1–3 (podendo se estender até D5–7 em pacientes com falência orgânica grave ou em choque)

Esta fase precoce é dominada por inflamação sistêmica, surto de hormônios de estresse e catabolismo profundo. Citocinas pró-inflamatórias (IL-1, IL-6, TNF-α) e hormônios contrarregulatórios (cortisol, catecolaminas, glucagon) induzem resistência à insulina e mobilizam substratos endógenos para órgãos vitais. A proteólise muscular fornece aminoácidos para gliconeogênese, síntese de proteínas de fase aguda e função imune.

Analogia: O organismo está em modo "emergência total" — redistribuindo recursos internos. Adicionar combustível externo em excesso sobrecarrega vias já congestionadas.

Nutrição exógena excessiva nesta fase pode sobrecarregar vias metabólicas comprometidas, levando a hiperglicemia, hipertrigliceridemia, esteatose hepática e comprometimento da autofagia. Nutrição enteral imediata e plena foi associada a isquemia intestinal (NUTRIREA-2 e -3). Proteína em alta dose precocemente aumenta resíduos nitrogenados (ureia) com risco em lesão renal aguda.

🔄 Fase 2 — Estabilização

⏱️ Duração estimada: Dias 3–7 (altamente variável; pode durar até D10–14 em pacientes com complicações)

À medida que a resposta inflamatória aguda começa a se resolver, os pacientes entram em fase de estabilização com recuperação parcial da flexibilidade metabólica. Clinicamente, manifesta-se por redução das necessidades de vasopressores e inotrópicos, melhora dos escores de disfunção orgânica (SOFA, APACHE II), queda da inflamação sistêmica (PCR, IL-6) e surgimento de sinais anabólicos como elevação de pré-albumina ou IGF-1. Funcional: capacidade de iniciar mobilização precoce e melhora da consciência.

⚠️ Sinal de alerta crítico nesta fase:

Hipofosfatemia relativa — queda >0,5 mg/dL (>0,16 mmol/L) no fosfato nos dois primeiros dias de UTI — emergiu como biomarcador de imaturidade metabólica para maior aporte energético/proteico e preditor de complicações de realimentação.

A nutrição deve ser titulada progressivamente ao longo de vários dias, monitorando eletrólitos séricos, glicose, função hepática e ureia.

🌱 Fase 3 — Recuperação

⏱️ Duração estimada: A partir do D7–14, se resolvida a falência orgânica (pode iniciar antes em casos menos graves ou estender-se por semanas em doença crítica prolongada)

Marcada pela resolução da inflamação, recuperação orgânica e transição para o anabolismo. Normalização de PCR e IL-6, liberação do suporte orgânico (ventilação, vasopressores, terapia renal substitutiva) e restauração da mobilidade. Também: melhora da sensibilidade à insulina, retorno do apetite e evidência clínica de cicatrização ou ganho de força muscular.

Neste estágio, maior oferta de energia e proteína pode ser necessária para suportar ganho de massa muscular, reconstituição imune e reabilitação. A nutrição deve ser integrada com fisioterapia estruturada e mobilização. Subnutrição nesta fase piora sarcopenia, atrasa o desmame e prolonga a reabilitação.

Importante: Pacientes podem regredir para fases anteriores (ex.: nova infecção, choque recorrente) — exigindo de-escalonamento imediato da nutrição.
§ 06

📋 Alvos Práticos por Fase

FaseTempo EstimadoEnergiaProteínaIndicadores Clínicos de Entrada
⚡ Catabólica AgudaD1–3 (até D5–7)5–10 kcal/kg/dia0,2–0,6 g/kg/diaSOFA >8, vasopressores em escalada, falência orgânica grave
🔄 EstabilizaçãoD3–7 (até D10–14)15–20 kcal/kg/dia0,8–1,0 g/kg/diaSOFA em queda, vasopressores reduzindo, mobilização iniciada
🌱 RecuperaçãoA partir D7–1420–25 kcal/kg/dia1,0–1,2 g/kg/diaDesmame do suporte orgânico, PCR normalizando, fome presente
🌱+ Reabilitação ativaVariável>25 kcal/kg/dia>1,2 g/kg/diaExercício resistido, fisioterapia intensiva em curso
⚠️ Calorias não nutricionais devem ser descontadas: propofol (~1,1 kcal/mL), dextrose e citrato (em TRS).
§ 07

🧪 Monitorização: Sinais de Intolerância Metabólica

Critérios para REDUZIR aporte energético:

BiomarcadorLimiar de AlertaConversão de UnidadesAção
Fosfato séricoQueda >0,16 mmol/L em 72h>0,5 mg/dL de queda em 72hReduzir energia; não avançar nutrição
Fosfato sérico absoluto<0,65 mmol/L<2,0 mg/dLAvaliar síndrome de realimentação
Glicemia>10 mmol/L persistente (apesar de insulina)>180 mg/dL persistenteReduzir aporte de carboidratos/energia total
Triglicérides>4,5 mmol/L>400 mg/dLSuspender/reduzir lipídios (principalmente em NP)

Critérios para REDUZIR aporte proteico:

BiomarcadorSituaçãoAção
UreiaElevação súbita e inesperada com creatinina estávelReduzir proteína
IRA sem TRSQualquer faseLimitar a ≤0,8 g/kg/dia

Biomarcadores de progressão (avançar nutrição com segurança):

SinalInterpretação
PCR em quedaResolução inflamatória → maior tolerância
Pré-albumina ascendenteSinal anabólico emergente
IGF-1 em elevaçãoPotencial marcador de avanço nutricional
Fosfato estável após início da nutriçãoAusência de síndrome de realimentação
Desmame de vasopressoresEntrada na fase de estabilização
§ 08

🔄 Fluxograma: Abordagem Nutricional Stepwise

⚙️ Fluxograma
flowchart TD
    A([🏥 Admissão na UTI]) --> B{Avaliação Inicial\\nSOFA + Vasopressores}

    B -->|SOFA >8\\nVasopressores em escalada\\nFalência orgânica grave| C["⚡ FASE CATABÓLICA AGUDA\\n📅 D1–3 até D5–7\\🔋 5–10 kcal/kg/dia\\n🥩 0,2–0,6g Ptn/kg/dia\\nDescontar calorias não nutricionais"]
    B -->|SOFA em queda\\nVasopressores↓\\nConsciente / mobiliza| D["🔄 FASE ESTABILIZAÇÃO\\n📅 D3–7 até D10–14\\n🔋 15–20 kcal/kg/dia\\n🥩 0,8–1,0g Ptn/kg/dia\\nEscalar em ~3 dias"]
    B -->|Desmame suporte orgânico\\nPCR normalizando\\nFome presente| E["🌱 FASE RECUPERAÇÃO\\n📅 A partir D7–14\\n🔋 20–25 kcal/kg/dia\\n🥩 1,0–1,2g Ptn/kg/dia\\n+ Fisioterapia integrada"]

    C --> F{Reavaliação\\nDiária}
    D --> F
    E --> F

    F -->|Deterioração\\nVasopressores↑\\nNova infecção / choque| C
    F -->|Estabilizando\\nSOFA cai| D
    F -->|Recuperando\\nDesmame suporte| E

    G["🚨 INTOLERÂNCIA METABÓLICA\\n• Fosfato cai >0,5 mg/dL em 72h\\n  ou cai para <2,0 mg/dL\\n• Glicemia >180 mg/dL persistente\\n• Triglicérides >400 mg/dL\\n• Ureia↑ com creatinina estável"] -->|Reduzir aporte| C

    C --> G
    D --> G
    E --> G

    style A fill:#1B2A4A,stroke:#4A90E2,color:#fff
    style B fill:#F5A623,stroke:#C87E0A,color:#fff
    style C fill:#D0021B,stroke:#9A0115,color:#fff
    style D fill:#4A90E2,stroke:#2E5C8A,color:#fff
    style E fill:#417505,stroke:#2A5003,color:#fff
    style F fill:#7B68EE,stroke:#5A4DBB,color:#fff
    style G fill:#8B0000,stroke:#600000,color:#fff
§ 09

📊 Resumo dos Grandes RCTs em Nutrição em UTI

EstudoNComparação EnergéticaComparação ProteicaDesfecho PrimárioResultado
NUTRIREA-3 (2023)3.03622 vs 7 kcal/kg/d0,9 vs 0,2 g/kg/dTempo para alta UTIPior no grupo maior aporte
TARGET Protein (2025)3.397Isocalórico1,12 vs 0,69 g/kg/dDias vivo fora hospital (90d)Sem diferença (pior em IRA + VM)
PRECISe (2024)935Isocalórico1,48 vs 0,95 g/kg/dEQ-5D-5L 180 diasPior qualidade de vida no grupo proteína alta
EFFORT Protein (2023)1.301~Isocalórico1,6 vs 0,9 g/kg/dAlta hospitalar 60dPior em IRA com SOFA elevado
TARGET (2018)3.95730 vs 22 kcal/kg/d~IsoproteicoMortalidade 90dSem diferença; mais vômitos e hiperglicemia
PermiT (2015)89416 vs 10 kcal/kg/d~IsoproteicoMortalidade 90dSem diferença
EDEN (2012)1.00015 vs 5 kcal/kg/dNRDias livres de VM 28dSem diferença; mais constipação e hiperglicemia
Padrão consistente: Maior aporte precoce → sem benefício em mortalidade + piores desfechos metabólicos/orgânicos em subgrupos críticos.
§ 10

🏥 Populações Especiais

Obesidade sarcopênica: O excesso de adiposidade mascara perda muscular significativa. Esses pacientes podem parecer nutricionalmente adequados, mas são altamente vulneráveis ao declínio funcional e à recuperação prolongada.

Baixa musculatura basal: Baixa massa muscular esquelética ao CT na admissão está associada a maior mortalidade em curto (D28–30) e longo prazo (até 1 ano), com prevalência de 42% nos estudos incluídos. A dose ideal de energia e proteína nessa população ainda é desconhecida.

Fragilidade: Pacientes frágeis (Clinical Frailty Scale ≥5) com internação ≥7 dias apresentam maior mortalidade em 6 meses e pior qualidade de vida física. Exibem tolerância reduzida ao estresse metabólico e recuperação mais lenta.

Para essas populações: Priorizar preservação e restauração de massa magra; podem necessitar de alvos proteicos mais elevados na fase de recuperação com monitorização cuidadosa da resposta anabólica e integração com mobilização precoce e fisioterapia.

§ 11

💡 Pontos de Destaque

✅ Forças do Framework

  • Integra fisiopatologia, RCTs e raciocínio clínico de forma coerente
  • Aborda diretamente o problema da heterogeneidade dos pacientes
  • Oferece biomarcadores práticos e mensuráveis de monitorização
  • Alinha com o conceito emergente de medicina de precisão em UTI
  • Reconhece que pacientes podem regredir de fase — não é modelo linear
  • ⚠️ Limitações

  • Framework ainda não validado em RCT prospectivo desenhado especificamente por fases
  • Biomarcadores de transição (pré-albumina, IGF-1, fosfato) carecem de validação formal prospectiva
  • Doses ótimas em populações especiais (obesidade, sarcopenia, fragilidade) são desconhecidas
  • Transições entre fases são graduais — sem cortes temporais precisos; os dias são estimativas clínicas
  • Conflitos de interesse dos autores (honorários da Fresenius Kabi, BBRAUN, Nutricia, Nestlé, Baxter)
  • § 12

    🔮 Direções Futuras

    Biomarcadores candidatos em investigação:

    BiomarcadorStatusPotencial
    Razão ureia/creatininaPromissorCatabolismo proteico
    Cinética do fosfatoPromissorImaturidade metabólica para realimentação
    Perfil metabolômicoRequer validaçãoEstratificação de fenótipos
    Ultrassom muscular bedsideRequer padronizaçãoMonitorar perda muscular em tempo real
    Monitorização contínua de glicoseEm investigaçãoReadiness para escalonamento
    Índice ômega-3PromissorPreservação muscular e resolução inflamatória
    Genômica (ApoE4)TeóricoImpacto no metabolismo lipídico

    Agenda de pesquisa prioritária:

  • Desenvolver e validar painéis de biomarcadores para transições entre fases
  • Desenhar RCTs de nutrição de precisão estratificando por fenótipo metabólico ("hipercatabólico", "imunoparalizado", "hipoinflamatório")
  • Testar algoritmos nutricionais adaptativos baseados em inteligência artificial com dados clínicos e bioquímicos em tempo real
  • Explorar tecnologias wearables e bedside: glicose contínua, balanço nitrogenado, sensores metabólicos
  • § 13

    🏥 Aplicabilidade Clínica para o SAMUTI

    RecomendaçãoAção Prática no SAMUTI
    Evitar nutrição plena na fase agudaIniciar com 5–10 kcal/kg e 0,2–0,6 g Ptn/kg nos primeiros 2–3 dias em pacientes com SOFA >8
    Monitorar fosfato nas primeiras 72hSolicitar fosfato D1, D2, D3 — queda >0,5 mg/dL = frear avanço nutricional
    Monitorar glicemiaGlicemia >180 mg/dL persistente apesar de insulina = reduzir aporte energético
    Monitorar triglicéridesTriglicérides >400 mg/dL = suspender/reduzir lipídios
    Escalar por fases, não por dias fixosUsar sinais clínicos (vasopressores, SOFA, PCR) como gatilho — não calendário rígido
    Incluir calorias não nutricionaisDescontar propofol (~1,1 kcal/mL), dextrose e citrato do cálculo diário
    Integrar nutrição à fisioterapiaNa fase de recuperação, aumentar proteína concomitante à mobilização ativa
    Rever diariamenteDeterioração = de-escalar imediatamente para alvos da fase aguda
    IRA sem TRSLimitar proteína ≤0,8 g/kg/dia independentemente da fase

    Cautelas: Não aplicar metas da fase de recuperação em pacientes ainda dependentes de vasopressores. Não restringir proteína indefinidamente sem monitorar ureia + creatinina. Reconhecer que obesos podem parecer nutridos mas ter sarcopenia oculta.

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    📖 Referência ABNT-BR

    STOPPE, Christian; LEE, Zheng-Yii; ARABI, Yaseen M. Nutritional therapy and a stepwise approach in critical illness: aligning provision with metabolic phases. Current Opinion in Clinical Nutrition & Metabolic Care, v. 29, n. 2, p. 184–192, mar. 2026. DOI: 10.1097/MCO.0000000000001186.

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    📝 Lista de Abreviaturas

    SiglaSignificado
    RCTRandomized Controlled Trial (Ensaio Clínico Randomizado)
    SOFASequential Organ Failure Assessment
    APACHE IIAcute Physiology and Chronic Health Evaluation II
    PCRProteína C-Reativa
    IL-6Interleucina-6
    TNF-αFator de Necrose Tumoral alfa
    IGF-1Insulin-like Growth Factor 1
    ENEnteral Nutrition (Nutrição Enteral)
    NPNutrição Parenteral
    TRSTerapia Renal Substitutiva
    IRAInsuficiência Renal Aguda
    VMVentilação Mecânica
    UTIUnidade de Terapia Intensiva
    ApoE4Apolipoproteína E4
    GRADEGrading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation
    CFSClinical Frailty Scale
    EQ-5D-5LEuroQol-5 Dimensions-5 Levels (escore de qualidade de vida)
    § 16

    🧠 Mapa Mental

    ⚙️ Fluxograma
    mindmap
      root((Nutrição\\nStepwise\\nUTI 2026))
        Problema
          One-size-fits-all falha
          RCTs mostram dano com hipernutrição precoce
          Heterogeneidade metabólica ignorada
        3 Fases Metabólicas
          Catabólica Aguda D1–3 até D5–7
            SOFA alto, vasopressores
            5–10 kcal + 0,2–0,6g Ptn
          Estabilização D3–7 até D10–14
            SOFA cai, PCR cai
            15–20 kcal + 0,8–1,0g Ptn
          Recuperação a partir D7–14
            Desmame suporte, fome
            20–25 kcal + 1,0–1,2g Ptn
        Biomarcadores-Chave
          Fosfato queda >0,5 mg/dL em 72h
          Fosfato absoluto menor 2,0 mg/dL
          Glicemia >180 mg/dL persistente
          Triglicérides >400 mg/dL
          PCR e IL-6 descendentes
          Pré-albumina ascendente
        Populações Especiais
          Obesidade sarcopênica
          Baixa musculatura CT-derived
          Fragilidade CFS maior igual 5
        Futuro
          IA para algoritmos adaptativos
          Fenótipos metabólicos
          Metabolômica
          Ultrassom muscular bedside

    #terapia-intensiva #nutrição-uti #medicina-de-precisão #fases-metabólicas #revisão-narrativa #SAMUTI

    Fim do Resumo

    Refs

    Referências

    Conteúdo migrado do Central de Estudos (Blog Dr. Jackson Fuck, Notion).