Peri-intubation Cardiovascular Collapse During Eme
Respiratória · Central de Estudos
🫁 Respiratória

Peri-intubation Cardiovascular Collapse During Emergency Air

Hipotensão peri‑intubação ocorre em ≥40 % das intubações de emergência e aumenta morbimortalidade; a prevenção requer estratificação de risco (HYPS, Shock Index), ressuscitação volêmica individualizada, uso de vasopressores push‑dose ou infusão precoce, escolha cuidadosa do agente indutor (etomidato ou cetamina), pré‑oxigenação com VNI e ventilação durante a apneia, monitorização arterial invasiva

Respiratória 📄 Resumo de estudo 🏥 UTI / Emergência
§ 01

Visão geral

§ 02

📄 Identificação

Título: Peri-intubation Cardiovascular Collapse During Emergency Airway Management

Autores: Samuel I. Garcia, Nathan J. Smischney, Benjamin J. Sandefur, Jacopo D'Andria Ursoleo, Diana J. Kelm, Patrick M. Wieruszewski

Periódico: Pulmonary Therapy | Ano: 2025 | DOI: 10.1007/s41030-025-00326-x

Tipo de Estudo: Revisão Narrativa

§ 03

🎯 Mensagem Principal

A hipotensão peri-intubação ocorre em ≥40% dos pacientes críticos submetidos a intubação de emergência e está associada a aumento significativo de morbimortalidade. A otimização hemodinâmica pré-intubação — com estratificação de risco, ressuscitação volêmica individualizada, vasopressores profiláticos, seleção criteriosa de agentes de indução e monitorização invasiva — é essencial, mas permanece pouco padronizada e com evidência limitada para guiar condutas específicas.
§ 04

📊 Visão Geral

  • Objetivo — Sintetizar o conhecimento atual sobre epidemiologia, fatores de risco, fisiopatologia e estratégias de otimização hemodinâmica para prevenir o colapso cardiovascular durante o manejo emergencial de via aérea
  • População — Pacientes críticos adultos submetidos a intubação orotraqueal de emergência (ISR)
  • Intervenção — Estratégias de otimização hemodinâmica pré-intubação: pré-oxigenação, ressuscitação volêmica, vasopressores (push-dose e infusão contínua), seleção farmacológica, monitorização invasiva e ECMO de resgate
  • Desfecho Primário — Incidência de hipotensão peri-intubação e colapso cardiovascular
  • Conclusão — Nenhuma intervenção isolada é suficiente; uma abordagem em bundle com estratificação de risco, otimização individualizada e preparação coordenada da equipe é provavelmente a estratégia mais eficaz
  • § 05

    🔬 Metodologia

    Desenho do Estudo

  • Tipo — Revisão narrativa (não sistemática)
  • Duração — Não aplicável
  • Local — Mayo Clinic (Rochester, MN, EUA) e IRCCS San Raffaele (Milão, Itália)
  • Aprovação ética — Baseada em estudos previamente publicados, sem novos dados coletados
  • Fontes de Evidência

  • Estudos observacionais multicêntricos (INTUBE, HEMAIR)
  • RCTs (PrePARE I e II, FAKT, KEEP PACE, AWAKE)
  • Meta-análises bayesianas
  • Diretrizes clínicas (SCCM 2023, DAS 2018, SAM 2021, Delphi internacional 2024)
  • Consensos de especialistas
  • Limitações Metodológicas

  • Revisão narrativa sem busca sistemática formal
  • Não utiliza GRADE para classificação de evidência
  • Seleção de estudos potencialmente subjetiva
  • § 06

    📈 Resultados Principais

    Epidemiologia

  • Incidência de hipotensão peri-intubação — ≥40% dos pacientes críticos intubados em emergência
  • Consequências — Associação com falência de múltiplos órgãos, parada cardíaca e morte
  • Problema conceitual — Não existe definição padronizada de "hipotensão peri-intubação"; termos como "colapso cardiovascular" e "instabilidade hemodinâmica" são usados de forma inconsistente
  • Fatores de Risco

    Fatores relacionados ao paciente:

  • Via aérea fisiologicamente difícil — Hipotensão prévia, choque, hipoxemia, disfunção de VD, acidose metabólica grave, hipertensão intracraniana, obesidade, gestação
  • Via aérea anatomicamente difícil — Abertura oral limitada, mobilidade cervical reduzida, trauma facial, obstrução, imobilização cervical
  • Fatores relacionados ao procedimento (modificáveis):

  • Agentes farmacológicos — Drogas com efeitos vasodilatadores ou cardiodepressores
  • Dispositivo — Laringoscopia direta associada a mais complicações vs. videolaringoscopia
  • Experiência do operador — Menos experiência = mais tentativas = mais eventos adversos
  • Dinâmica de equipe — Comunicação falha, papéis indefinidos, preparação descoordenada
  • Ferramentas de Estratificação de Risco

    FerramentaCálculoPonto de CorteLimitação
    HYPS (Hypotension Prediction Score)PAS pré-intubação + uso de vasopressor + idade + gravidade≥2 = risco aumentadoMúltiplas variáveis em cenário time-sensitive
    Shock Index (SI)FC ÷ PAS≥0,7–0,8Mais prático, melhor validado
    Modified Shock Index (MSI)FC ÷ PAM≥0,9Evidência menos clara

    Fisiopatologia — Mecanismos Convergentes

    A revisão identifica três mecanismos simultâneos que convergem para o colapso:

  • Efeitos farmacológicos da indução — Vasoplegia, simpaticolise e depressão miocárdica → ↓RVS e ↓contratilidade
  • Transição para ventilação com pressão positiva — ↑pressão intratorácica → ↓retorno venoso → ↓pré-carga → ↑pós-carga de VD → possível falência aguda de VD
  • Fase apneica — Perda da hiperventilação compensatória → piora da acidose + hipoxemia + hipercapnia → ↓performance miocárdica
  • Estratégias de Otimização Hemodinâmica

    🫁 Pré-oxigenação

  • Técnicas tradicionais — FiO₂ 100% por ≥3 min ou 8 respirações de capacidade vital (máscara não-reinalante, CNAF, BVM) — podem ser insuficientes no paciente crítico
  • VNI como pré-oxigenação — RCTs demonstram melhora da oxigenação e redução da hipoxemia; consenso de especialistas a endossa 🟢
  • Ventilação durante a apneia — Ensaios multicêntricos randomizados mostram que manter ventilação com BVM ou VNI entre indução e laringoscopia reduz hipoxemia sem aumentar aspiração 🟢
  • Intubação em sequência atrasada (DSI) — Sedativo-hipnótico para facilitar pré-oxigenação antes da paralisia em pacientes agitados/não cooperativos
  • Vasodilatadores pulmonares inalatórios — Potencial teórico (NO, prostaciclina) em pacientes com hipertensão pulmonar grave ou disfunção de VD; não estudado neste contexto ⚫
  • 💧 Ressuscitação Volêmica

  • Bolus empírico de 500 mL NÃO reduziu colapso cardiovascular em 2 RCTs (PrePARE I e II) 🟢
  • PrePARE I — Análise de subgrupo sugeriu possível benefício em pacientes com VNI → hipótese refutada pelo PrePARE II
  • Conclusão — Ressuscitação volêmica deve ser individualizada, não empírica; essencial em pacientes com hipovolemia documentada
  • 💊 Vasopressores Push-Dose

  • Agentes comuns:
  • Fenilefrina: 100 µg/mL em seringa de 10 mL
  • Epinefrina: 10 µg/mL em seringa de 5 mL
  • Efedrina: 5 mg/mL em seringa de 10 mL
  • Benefício — Início rápido, ponte até infusão contínua
  • Fenilefrina push antes de norepinefrina — Associada a maior estabilidade hemodinâmica precoce, mas NÃO sustentada em 12h (estudo em choque séptico) 🟡
  • Epinefrina vs. fenilefrina — Maior aumento da PAS com epinefrina, porém significativamente mais erros de dosagem 🟡
  • Riscos — Erros de medicação, miscálculos de dose; recomenda-se seringas pré-preparadas e colaboração farmacêutica
  • 💉 Infusão Contínua de Vasopressores

  • Início pré-indução — Pode atenuar o estresse hemodinâmico da indução e da transição para pressão positiva
  • Administração periférica — Considerada segura por curtos períodos quando monitorada adequadamente
  • Evidência — Análise secundária propensity-matched de 2 RCTs: vasopressor profilático NÃO reduziu incidência de hipotensão peri-intubação 🟡
  • Estudos em andamento — PREVENTION (NCT05014581) e FLUVA (NCT05318066) avaliam norepinefrina precoce
  • Consenso atual — Diretrizes e experts endossam uso antecipatório em pacientes com ou em risco de hipotensão
  • 🧪 Seleção de Agentes de Indução

    AgentePerfil HemodinâmicoObservações
    Etomidato"Hemodinamicamente neutro", mínima depressão CVSupressão adrenocortical transitória (inibição 11β-hidroxilase); relevância clínica incerta
    CetaminaEstimulação CV simpatomiméticaEfeito pode ser atenuado em estados depletados de catecolaminas → hipotensão por inotropismo negativo
    PropofolVasodilatação + cardiodepressão dose-dependentesEvitar em pacientes com risco de comprometimento CV
    MidazolamVasodilatação + cardiodepressão dose-dependentesEvitar em pacientes com risco de comprometimento CV
    KetofolEstabilidade comparável a etomidato em evidência limitadaProporção ideal não bem definida nem aprovada
  • Etomidato vs. cetamina — RCTs não mostram diferenças significativas em desfechos maiores 🟢
  • Fentanil como pré-medicação — Reservar APENAS para hipertensão intracraniana significativa; associado a aumento de hipotensão pós-intubação em estudos retrospectivos e randomizados 🟢
  • 📉 Estratégia de Dose Reduzida

  • Etomidato ≤0,2 mg/kg; cetamina ≤0,75–1,25 mg/kg em pacientes significativamente instáveis
  • Evidência retrospectiva e com viés de seleção — Resultados mistos 🔴
  • Riscos — Awareness sob bloqueio neuromuscular; falsa sensação de segurança
  • Posição dos autores — Priorizar ressuscitação (fluidos + vasopressores) ANTES da indução, em vez de confiar apenas na redução de dose
  • 🔇 Intubação Acordada (Sem Sedação)

  • Alternativa para pacientes em que QUALQUER agente de indução represente risco inaceitável
  • Preserva ventilação espontânea e tônus hemodinâmico
  • Requer cooperação do paciente e topicalização meticulosa
  • Contraindicações relativas — Agitação grave, rebaixamento de consciência, secreções abundantes
  • 📊 Monitorização Invasiva de PA

  • PANI pode ser atrasada, intermitente e imprecisa no paciente crítico
  • RCT (AWAKE trial) — Monitorização intra-arterial contínua vs. PANI durante indução anestésica reduziu significativamente extensão e duração da hipotensão 🟢
  • Integrar monitorização invasiva arterial quando factível, especialmente em pacientes de alto risco
  • 🫀 ECMO como Terapia Adjuntiva/Resgate

  • Candidatos — Choque profundo, hipertensão pulmonar grave com falência de VD, obstrução crítica de via aérea
  • Estratégia preferida — Em situações extremas, proceder à ECMO ANTES da intubação
  • ECMO em standby — Associada a melhores desfechos vs. ECMO emergencial não planejada
  • Preparo — Considerar posicionamento de bainhas femorais arterial e venosa 5-Fr pré-intubação
  • § 07

    💡 Pontos de Destaque

    ✅ Forças

  • Abordagem abrangente cobrindo todo o espectro de estratégias de otimização hemodinâmica peri-intubação
  • Integração de evidência de RCTs recentes e de alta qualidade (PrePARE I/II, FAKT, KEEP PACE, AWAKE)
  • Proposta de algoritmo clínico prático para pacientes de risco moderado a alto
  • Discussão de estratégias de resgate avançadas (ECMO), raramente abordadas neste contexto
  • Autoria de centro de referência (Mayo Clinic) com expertise reconhecida em via aérea de emergência
  • ⚠️ Limitações

  • Revisão narrativa sem metodologia sistemática formal de busca
  • Não aplica classificação GRADE às recomendações
  • Maioria da evidência sobre vasopressores é retrospectiva ou de análises secundárias
  • Ausência de definição padronizada de "hipotensão peri-intubação" limita a comparação entre estudos
  • Não aborda populações específicas (pediátrica, obstétrica) nem cenários pré-hospitalares de forma detalhada
  • § 08

    🏥 Aplicabilidade Clínica

  • Para quem — Intensivistas, emergencistas, anestesiologistas e todos os profissionais envolvidos em manejo de via aérea de emergência
  • Quando aplicar — Toda intubação de emergência em paciente crítico, especialmente naqueles com instabilidade hemodinâmica prévia, choque, hipoxemia grave ou disfunção de VD
  • Mudanças de prática sugeridas:
  • Estratificar risco ANTES de intubar — Usar Shock Index ≥0,7–0,8 ou HYPS ≥2 como triagem rápida para pacientes de alto risco
  • Individualizar ressuscitação volêmica — Abandonar bolus empírico de 500 mL para todos; reservar para hipovolemia documentada
  • Preparar vasopressores push-dose à beira do leito — Seringas pré-preparadas de fenilefrina ou epinefrina; considerar iniciar infusão de norepinefrina antes da indução em pacientes de alto risco
  • Preferir etomidato ou cetamina — Evitar propofol e midazolam em pacientes hemodinamicamente instáveis; fentanil apenas se hipertensão intracraniana
  • VNI para pré-oxigenação + ventilação durante apneia — Mais eficaz que técnicas tradicionais; não aumenta aspiração
  • Monitorização arterial invasiva quando factível — Especialmente em pacientes de alto risco conforme HYPS ou SI
  • Considerar ECMO precoce/standby — Em hipertensão pulmonar grave, disfunção de VD ou obstrução crítica de via aérea
  • Cautelas:
  • A evidência sobre vasopressores profiláticos é inconclusiva; aguardar resultados dos trials PREVENTION e FLUVA
  • Dose reduzida de indutor tem evidência fraca e risco de awareness
  • Intubação acordada exige treinamento específico e seleção criteriosa de pacientes
  • § 09

    🔄 Fluxograma Decisório

    plain text
    ┌──────────────────────────────────────┐
    │  IDENTIFICAR RISCO MODERADO-ALTO     │
    │  • HYPS ≥2                           │
    │  • Shock Index ≥0,7–0,8              │
    │  • Modified Shock Index ≥0,9         │
    └─────────────────┬────────────────────┘
                      │
                      ▼
    ┌──────────────────────────────────────┐
    │  Paciente adequadamente ressuscitado │
    │  com fluidos? (avaliação clínica)    │
    └────────┬─────────────────┬───────────┘
             │                 │
            NÃO               SIM
             │                 │
             ▼                 ▼
    ┌────────────────┐  ┌──────────────────────────┐
    │ Ressuscitação  │  │ Iniciar suporte          │
    │ volêmica       │→ │ vasopressor conforme      │
    │                │  │ indicação clínica         │
    └────────────────┘  └──────────┬───────────────┘
                                   │
                                   ▼
                      ┌──────────────────────────┐
                      │ Obter monitorização      │
                      │ invasiva de PA se viável  │
                      └──────────┬───────────────┘
                                 │
                                 ▼
                      ┌──────────────────────────┐
                      │  RISCO ACEITÁVEL?         │
                      └────────┬─────────┬───────┘
                               │         │
                              SIM       NÃO
                               │         │
                               ▼         ▼
                      ┌──────────┐ ┌─────────────────┐
                      │ ISR com  │ │ Considerar       │
                      │ preparo  │ │ estratégias      │
                      │ para     │ │ alternativas/    │
                      │ instab.  │ │ resgate:         │
                      │          │ │ • IOT acordada   │
                      └──────────┘ │ • ECMO standby   │
                                   │ • ECMO pré-IOT   │
                                   └─────────────────┘
    § 10

    📚 Contexto na Literatura

  • Relação com evidências prévias — Expande e integra achados do estudo INTUBE (Russotto et al., AJRCCM 2022), que documentou a alta incidência de colapso peri-intubação em 29 países, e do consenso Delphi internacional sobre via aérea fisiologicamente difícil (Karamchandani et al., ICM 2024)
  • Convergências com diretrizes:
  • SCCM 2023: endossa pré-oxigenação com VNI e uso antecipatório de vasopressores
  • SAM 2021: recomenda avaliação de via aérea fisiologicamente difícil como parte do planejamento pré-intubação
  • DAS 2018: enfatiza pré-oxigenação e equipe coordenada
  • Divergências/Lacunas:
  • Diretrizes atuais oferecem orientação limitada sobre COMO otimizar hemodinâmica (quais agentes, doses, timing)
  • Nenhuma diretriz recomenda protocolo específico de vasopressores peri-intubação
  • § 11

    🔮 Implicações Futuras

  • Perguntas não respondidas:
  • Qual é a melhor estratégia de vasopressor profilático (push-dose vs. infusão contínua vs. ambos)?
  • A monitorização arterial invasiva melhora desfechos em intubações de emergência?
  • Qual é o alvo hemodinâmico ideal pré-indução (PAS ≥130 mmHg)?
  • Bundles estruturados de manejo de via aérea reduzem colapso cardiovascular?
  • Direções para pesquisa futura:
  • Resultados dos trials PREVENTION (NCT05014581) e FLUVA (NCT05318066) com norepinefrina precoce
  • Padronização da definição de hipotensão peri-intubação
  • Validação prospectiva de abordagem em bundle
  • Avaliação do papel de vasodilatadores pulmonares inalatórios pré-intubação
  • § 12

    📖 Referência Completa (ABNT)

    GARCIA, S. I. et al. Peri-intubation cardiovascular collapse during emergency airway management. Pulmonary Therapy, v. 11, p. 569–585, 2025. DOI: 10.1007/s41030-025-00326-x.

    § 13

    📝 Lista de Abreviaturas

    SiglaSignificado em PortuguêsObservação
    ISRIntubação em Sequência RápidaRapid Sequence Intubation (RSI)
    HYPSEscore de Predição de HipotensãoHypotension Prediction Score
    SIÍndice de ChoqueShock Index = FC ÷ PAS
    MSIÍndice de Choque ModificadoModified Shock Index = FC ÷ PAM
    VNIVentilação Não Invasiva-
    BVMBolsa-Válvula-MáscaraBag-Valve-Mask
    CNAFCânula Nasal de Alto FluxoHigh-Flow Nasal Cannula
    DSIIntubação em Sequência AtrasadaDelayed Sequence Intubation
    ECMOOxigenação por Membrana ExtracorpóreaExtracorporeal Membrane Oxygenation
    VDVentrículo Direito-
    RVSResistência Vascular SistêmicaSystemic Vascular Resistance (SVR)
    PASPressão Arterial Sistólica-
    PAMPressão Arterial MédiaMean Arterial Pressure (MAP)
    PAPressão Arterial-
    PANIPressão Arterial Não Invasiva-
    FiO₂Fração Inspirada de Oxigênio-
    CVCardiovascular-
    IOTIntubação Orotraqueal-
    MACOCHAEscore preditivo de intubação difícil em UTIMallampati + obstrução + C-spine + abertura oral + coma + hipoxemia + não-anestesista
    GRADEGraduação de Recomendações, Avaliação, Desenvolvimento e AvaliaçãoSistema de classificação de evidências
    RCTEnsaio Clínico RandomizadoRandomized Controlled Trial
    SCCMSociety of Critical Care MedicineSociedade de Medicina Intensiva (EUA)
    DASDifficult Airway SocietySociedade de Via Aérea Difícil (UK)
    SAMSociety for Airway ManagementSociedade de Manejo de Via Aérea
    NOÓxido NítricoNitric Oxide
    § 14

    🏷️ Tags

    #terapia-intensiva #vias-aereas #intubacao #hipotensao-peri-intubacao #revisao-narrativa #vasopressores #pre-oxigenacao

    Fim do Resumo

    Refs

    Referências

    Conteúdo migrado do Central de Estudos (Blog Dr. Jackson Fuck, Notion).